Joe Biden e Energia Limpa no Brasil? Tudo a ver.

Os Estados Unidos sustentável (re)começa agora.

Nos últimos dias a mídia vêm destacando que a agenda climática do novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, é uma das mais audaciosas já propostas por presidentes americanos ao longo da história.

Se globalmente vivemos tempos de extremismo e polarização política, o contrapeso de uma proposta robusta e ambiciosa que foque na preferência por fontes de energia limpa é de fato essencial para que a sociedade possa evoluir.

A agenda de Biden prevê a mudança da matriz energética dos Estados Unidos, com queda dos subsídios para produção de combustíveis fósseis (já era tempo!) e incentivo governamental para fontes de energia limpa, com destaque para a produção de energia solar.

O compromisso com a redução de carbono foi sinalizado com o anúncio de que o novo governo voltará a ser signatário do COP-21, o Acordo de Paris para redução das emissões de CO2 no meio ambiente..

O mercado, inclusive, já deu respostas à mudança de governo: conforme noticiou a CNN, a ExxonMobil já não é a maior empresa de energia dos Estados Unidos em valor de mercado e o espaço foi ocupado pela empresa solar e eólica NexEra Energy.

Além disso, empresas de energia solar estão ganhando cada vez mais evidência em Wall Street com a mudança de direcionamento político. A Sunrun, maior empresa de energia solar em telhados dos EUA, teve um pico de mais de 300% de crescimento.

O Impacto no Brasil será positivo para Energia limpa e Meio Ambiente

“Nesses quase dois anos de governo, Bolsonaro não encontrou críticas de Donald Trump. Este tempo acabou.”
Na outra ponta, Joe Biden já fez críticas públicas em relação ao atual governo e sua conduta sobre o desmatamento na Amazônia. Com relações enfraquecidas na União Européia e sem o apoio de Biden, Bolsonaro ficará cada vez mais isolado politicamente se permanecer enrijecido no negacionismo.

Aliás, a intenção de Biden de alterar a matriz energética traz outro reflexo imediato para o Brasil, uma vez que o esperado é que ele impulsione os mecanismos de compra e venda de créditos de carbono. Ou seja, isso reflete diretamente em um olhar mais atento globalmente às questões de proteção a florestas. Com a importância e dimensão da Floresta Amazônica, isso certamente trará um olhar mais atento e vigilante à forma de conduzir a política no Brasil, tanto por parte do novo presidente quanto por parte do mercado.

O novo capítulo da história americana promete trazer impactos positivos para os atores engajados no crescimento do uso de fontes de energia limpa. Essa nova realidade traz uma perspectiva otimista, afinal, temos a oportunidade de reverter danos e aumentar a conscientização social em relação às mudanças climáticas.

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