Contas básicas são fatores principais de endividamento no país

Publicado por Raissa Ramos em 20/mar/2019

40,3% da população adulta está em situação de endividamento no Brasil. Este número corresponde a 63 milhões segundo dados do Serasa Experian.


Sabemos que existem vários fatores que influenciam no endividamento dos brasileiros: como crise, desemprego, inflação e até a dificuldade de lidar com a matemática financeira todos os meses.

No entanto o setor que teve o maior crescimento da taxa de endividamento foi o de água e luz, com um aumento de 14% comparado com o ano de 2017.

Este aumento se dá pelo fato de que na hora de escolher qual dívida manter o consumidor opta por aquelas que o valor da multa por atraso seja menor comparado com as outras dívidas.

Por fim, o pagamento das contas básicas podem até ter um nível de prioridades baixa na hora da escolha do que pagar primeiro, mas é bom ficar de olho: o Brasil está caminhando para ter a energia mais cara do planeta ocupando o 4° lugar no ranking de tributação em conta de luz.

Alternativa que pode te tirar da situação de endividamento com sua conta de luz

Até pouco tempo receber energia em casa estava limitada às redes convencionais de distribuição com suas fontes e preços. Porém, com a chegada de fontes de energia renováveis e o avanço de tecnologias no setor de energia este panorama tem mudado.

Uma destas alternativas é a Enercred, onde você pode alugar um pedaço de uma usina de geração de energia para consumo próprio.

Além de consumir de uma fonte de energia renovável, 20% da energia gerada para sua conta não é cobrada gerando economia mensal na sua conta de luz.

Uma de nossas missões é devolver ao consumidor sua autonomia, dando o direito de escolher a conscientização e promoção de práticas sustentáveis no seu dia a dia, além da economia. Tudo isso sem que seja necessário investir, se preocupar com obras ou com a manutenção de um sistema próprio.

Ficou interessado em entender melhor como fazemos isso?

Podemos te ajudar a economizar na sua conta de energia sem gastar nada!

Fontes:

G1 Economia

UOL Economia

Agência Brasil EBC


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